A unidade do custo
A solução apura custo na unidade em que ele se forma, ou na unidade em que o mercado cota?
Antes de contratar
Este texto não indica fornecedor. Dá os critérios que separam uma escolha boa de uma escolha caprichosa, e descreve cinco categorias de solução — incluindo a nossa, e quando ela não é a resposta certa.
Sete critérios que decidem
A solução apura custo na unidade em que ele se forma, ou na unidade em que o mercado cota?
O que acontece se o seu apontamento não sustentar a apuração?
Existe um critério objetivo que decide o escopo, ou o escopo é definido pela venda?
O entregável muda uma decisão na semana seguinte, ou fica em um relatório?
Quem faz o trabalho já fechou custo de peça em indústria do seu tipo?
A solução assume compromisso quantificado, ou só com a entrega?
O fornecedor diz com clareza o que não faz?
Cinco categorias de solução
Certo quando o apontamento já é confiável e falta parametrizar. Falha quando ninguém sabe qual critério de rateio está configurado.
Certo quando o gargalo já está identificado no processo. Falha quando a pergunta é “qual peça me dá prejuízo” — Lean não responde isso.
Certo quando o volume de decisão justifica dedicação permanente. Falha na curva de aprendizado e ao herdar premissas antigas sem questionar.
Certo mais vezes do que a indústria de consultoria admite — mix enxuto, processo estável, baixo investimento. Falha quando o mix cresce ou quem construiu a planilha sai.
Certo quando a premissa do custeio é suspeita e a decisão de preço tem consequência relevante agora. É onde a KeyStra opera — e também onde ela não é a resposta: abaixo de R$ 5 milhões de faturamento, quando o cliente quer relatório em vez de decisão, ou quando o problema real é de processo, não de custeio.
Seu próximo movimento
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